• Cleise Souza

Ancestralidade é papo sério. Quer saber mais sobre isso?

Atualizado: Jul 13


Práticas de reverência e perdão aos antepassados fazem parte de muitas culturas tradicionais, como a chinesa ou japonesa, ou dos costumes dos povos indígenas de muitos países. Se honrar e prestar homenagem aos seus ancestrais nunca passou pela sua cabeça, já é hora de se perguntar se a força deles influenciam em sua vida.



Hoje em dia, a reverência à ancestralidade não acontece mais apenas como herança de antigas tradições. A sua força também é reconhecida em terapias criadas recentemente, como a das Constelações Familiares, idealizada pelo ex-padre alemão Bert Hellinger, e baseada nas teorias do físico americano Rupert Sheldrake sobre física quântica. De acordo com Sheldrake, vivemos mergulhados num vibrante oceano de energia que se comunica entre si. Dessa maneira, podemos acessar diversos campos vibratórios (que ele chama de campos morfogenéticos ou campos de memória coletiva) que interagem conosco. Isso significa, segundo essa interpretação, que os campos de informação de energia dos antepassados continuam ainda presentes, vivos e atuantes em nossa vida.


“O passado influencia nossos padrões de pensamento, decisões, emoções e atitudes. Em outras palavras, recebemos a carga energética do jeito de pensar, sentir e agir dos nossos antepassados. E esse sistema de energia herdado pode estar em equilíbrio ou em desequilíbrio, em ordem ou desordem. Muitas das cerimônias espirituais dedicadas aos mortos nas mais variadas tradições são realizadas para devolver a harmonia a ele. Os imigrantes europeus, por exemplo, que chegaram ao Brasil fugindo da fome e prontos a encarar um trabalho árduo podem ter transmitido a memória energética de penúria aos seus descendentes ou a noção de que o dinheiro só chega depois de muito sofrimento e esforço. Se for esse o caso, portanto, é preciso ressignificar essa crença para que a prosperidade flua na sua vida.


Nos trabalhos com a terapia denominada Constelações Familiares, você escolhe algumas pessoas de um grupo para representá-lo, e outras para interpretar seus pais, avós ou ancestrais que podem estar influindo na sua questão pessoal de agora. Essas pessoas, sem saber de quase nada, passam a agir e a falar como se realmente fossem seus familiares, quase que por magia. A explicação, fundamentada na teoria do americano Rupert Sheldrake, é a de que qualquer um pode acessar a memória de alguém que viveu no passado (ou mesmo no presente) e passar a agir de acordo como se fosse essa pessoa. A intenção final da terapia é a de dissolver os nós de energia ancestrais. Dessa maneira, nosso próprio sistema energético atual passaria a funcionar melhor, de acordo com Bert Hellinger, o criador do método.


Mas mesmo se você não participar de uma cerimônia ou de um círculo terapêutico que envolva seus antepassados, que tal começar a considerar seus ancestrais nas suas orações!

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